Olá
Hoje quis falar de um livro de uma outra forma, e qual seria a melhor maneira senão conversando com o autor? Hoje apresento para vocês um pouco do Daniel Nonohay e sua obra Um Passeio No Jardim Da Vingança
Título : Um Passeio No Jardim Da Vingança
Autor :Daniel Nonohay
Páginas : 303
Editora : Novo Século ( Talentos Da Literatura Brasileira)
Sinopse: Seja bem-vindo ao nosso futuro! As grandes cidades convivem com a divisão entre as "zonas vigiadas" e suas periferias. O uso de drogas e medicamentos é disseminado, sendo controlado por laboratórios. Implantes cibernéticos são uma realidade, aumentando capacidades e aptidões, como a de memória, para aqueles que conseguem arcar com os custos. Religiões e grupos terroristas alimentam-se do descontentamento e das diferenças sociais. Vamos acompanhar a história de Ramiro, um advogado de meia-idade, drogado, rico e sem objetivos, que tenta dar algum sentido a sua vida, após quase ser morto. Em meio à luta para retomar o controle do seu Escritório, que havia abandonado aos sócios, descobre um segredo que poderá destruir a todos os que o rodeiam e coloca a sua vida em risco. Um passeio no jardim da vingança é um caleidoscópio de anti-heróis em um mundo onde a tecnologia aumentou dramaticamente as nossas potencialidades, mas não nos tornou livres da própria natureza humana.
1- Fale um pouco sobre você.
Sou gaúcho, casado, pai de duas filhas, juiz do trabalho e tenho 44 anos.
Sempre fui apaixonado pela leitura. Meu pai e minha madrinha liam muito. Fui favorecido com estes exemplos e com a facilidade de acesso à literatura.
Cresci em uma época pré-internet, pré-videogame e com televisão aberta restrita a quatro ou cinco canais, quando o sinal pegava. A criança não tinha muitas opções para fugir da realidade, principalmente quando estava sozinha em casa. As revistas e, depois, os livros eram as portas que te levavam para outros mundos.
Minha paixão por literatura me levou a querer ser escritor. Assim, posso dizer que sempre quis ser escritor, assim como quis ser juiz.
Sou gaúcho, casado, pai de duas filhas, juiz do trabalho e tenho 44 anos.
Sempre fui apaixonado pela leitura. Meu pai e minha madrinha liam muito. Fui favorecido com estes exemplos e com a facilidade de acesso à literatura.
Cresci em uma época pré-internet, pré-videogame e com televisão aberta restrita a quatro ou cinco canais, quando o sinal pegava. A criança não tinha muitas opções para fugir da realidade, principalmente quando estava sozinha em casa. As revistas e, depois, os livros eram as portas que te levavam para outros mundos.
Minha paixão por literatura me levou a querer ser escritor. Assim, posso dizer que sempre quis ser escritor, assim como quis ser juiz.

























